"Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde ir." (SÊNECA)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Letramento Digital

Em um trabalho anterior (MAGNABOSCO, 2009) refleti sobre as modificações que a Internet e seus gêneros digitais trouxeram para as questões de leitura e escrita..
Embora, ainda, tenhamos receio de usar as ferramentas, faz-se necessário que assumamos uma atitude exploratória face a essas novas formas de comunicação, buscando, assim, conhecê-las e utilizá-las da melhor forma possível visando complementar, metodologicamente, nossas aulas..
Assim, retomo a fala de Lévy (1999 apud MAGNABOSCO, 2009) sobre o papel do professor nessa nova sociedade da informação, a cibercultura: "o professor na era da cibercultura tem que ser um arquiteto cognitivo e engenheiro do conhecimento; deve ser um profissional que estimule a troca de conhecimentos entre os alunos; que desenvolva estratégias metodológicas que os levem a construir um aprendizado contínuo, de forma autônoma e integrada e os habilitem, ainda, para a utilização crítica das tecnologias" (idem, p.56).
Não digo que o caminho do letramento digital seja fácil, mas ele é necessário uma vez que, como professores, precisamos entender essa nova dinâmica social e, assim, adquirirmos uma competência específica para esse meio, visando, por meio dela, auxiliar nossos alunos no uso adequado e crítico dessas novas ferramentas digitais.

Referências:

MAGNABOSCO, Gislaine Gracia. Hipertexto e gêneros digitais: modificações no ler e escrever? In: Conjectura, v.14, n.02, 2009, p.49-63.

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